Duas pessoas morrem em Cacoal, RO, com suspeita de H1N1

Garoto morreu na sexta-feira (8) e a mulher no dia 26 de março.
Adolescente era do município de Espigão e mulher de Ouro Preto do Oeste.

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Um adolescente de 16 anos e uma mulher de 23 anos morreram em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, com suspeita de H1N1. O adolescente era morador de Espigão do Oeste e a mulher de Ouro Preto do Oeste. As vítimas vieram para Cacoal transferidas para o Hospital Regional de Urgência e Emergência (Heuro). O garoto morreu na madrugada de sexta-feira (8) e a mulher no dia 26 de março.

De acordo com a coordenadora de vigilância em saúde Ivani Gromann, o adolescente apresentou os sintomas durante sete dias. Mas só foi internado no hospital de Espigão no dia 5 de abril e transferido para Cacoal na madrugada de sexta-feira.

“O garoto chegou apresentando sintomas como tosse seca, febre alta de 40 graus e dificuldade para respirar. Ele foi atendido imediatamente, foi intubado e apresentou sangramento. Ele pode ter morrido também por dengue hemorrágica, mas não acreditamos muito nisso devido aos sete dias de sintomas apresentados”, acredita Ivani.

Por medidas de precaução, os familiares e os profissionais de saúde que tiveram contato com o garoto estão sendo medicados com o tamiflu. A morte está sendo investigada e serão realizados exames com coletas de sangue, fígado e vísceras que foram retiradas da vítima.

Já a mulher de 23 anos chegou a ser transferida para o Heuro, porém não adiantou. Ela apresentava sintomas como pneumonia e dificuldade para respirar. A transferência ocorreu no dia 26 de março, mas a morte foi muito rápida.

“Nesse caso, nós não coletamos nenhum material para realizarmos exames posteriores, mas iremos entrar em contato com o hospital e familiares para investigarmos o histórico clínico da paciente”, afirmou Ivani.

O Heuro não foi interditado e os atendimentos estão sendo realizados normalmente. Mas, é importante que as pessoas tenham cuidados habituais, como lavar as mãos com frequência e evitar muitos contatos pessoais.

Fonte: G1

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