CACAULÂNDIA: Escola Estadual Frei Henrique adere paralisação Estadual com 66% dos servidores.

14266946542Os servidores estaduais de praticamente todas as categorias iniciam nesta quarta-feira, dia 18/03, uma série de protestos com a paralisação das atividades por 72 horas. O movimento é um protesto do funcionalismo público estadual contra a falta de política salarial, o descaso do governo com o serviço público e a falta de condições de trabalho.
Em Cacaulândia a escola Estadual Frei Henrique de Coimbra aderiu a paralisação com 66% dos servidores, os restantes não aderiram por motivos particulares mas manifestaram apoio verbalmente.

Nesta manhã de quarta-feira (18), alguns professores compareceram em frente à escola com cartazes de protestos. De acordo com o Professor Ms. Edson Fernandes, a importância do movimento, “é o único meio que os professores têm de reivindicar suas perdas que vem crescendo ao longo do tempo, é nesses momentos que a gente consegue se organizar para mostrar a comunidade o grande sucateamento dos órgãos públicos, as perdas salariais e a falta de estrutura para oferecer um serviço de qualidade”.

A paralisação está sendo organizada pelo Sindsaúde (servidores da saúde), Sintero (educação), Sinsepol (Polícia Civil), Singeperon (agentes penitenciários), Sintec (técnicos tributários), Sinsempro (servidores do Ministério Público), Sinder (servidores do DER), Sinderon (enfermeiros), Sindifisco (servidores da Sefin), Sinjur (servidores do Poder Judiciário) e Sintraer (servidores do Poder Executivo).

De acordo com os presidentes e diretores dos sindicatos, as categorias estão muito insatisfeitas com o tratamento que vêm recebendo do governo, e revoltadas com a defasagem salarial e a falta de respostas às respectivas pautas de reivindicações.

O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva, disse que na educação a revolta maior é porque o governador Confúcio Moura não cumpre suas promessas e seus compromissos firmados com os servidores. “Ainda na greve de 2013 o governo assinou documento se comprometendo a conceder reajuste de 6% em janeiro de 2015, mas não cumpriu, alegando impossibilidade pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, destacou.

Agora, segundo ele, os trabalhadores em educação reivindicam reajuste salarial, mas não abrem mão dos 6% prometidos em 2013.

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