Vídeo mostra a história do casal que é viciado em colocar café quente no ânus

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O casal norte-americano Mike e Trina são viciados em café, porém a forma de consumo adotada é um pouco não convencional e controversa: eles realizam enemas de café, ou seja, o líquido é “ingerido” pelo ânus de ambos.20160125173203aph0zn05ax

O enema, também conhecido como enteroclisma ou clister, é utilizado para lavagem, purgação ou administração de medicamentos através de uma sonda. Alguns exames também utilizam a prática para obter imagens do intestino grosso. Geralmente são realizados com água ou medicamentos, porém, os enemas mornos de café, de acordo com o casal “causam bem-estar acentuado e uma maior eficiência da cafeína”.

O vídeo, que mostra a participação de Mike e Trina no programa de TV norte-americano “My Strange Obsession” (“Minha Estranha Obsessão”, em tradução livre), conta a rotina deles, com os enemas que são realizados várias vezes por dia.

Geralmente, a prática é realizada três vezes ao dia, mas Trina admitiu já ter feito dez enemas em um período de 24 horas, alcançando uma sensação de euforia. “Meus problemas de estômago, fígado, rins e intestino desapareceram desde que começamos a fazer isso, há três anos atrás”, disse Trina. 

Apesar de não existir uma comprovação científica da melhora na saúde, Mike passou a trabalhar em esquema de home office apenas para poder realizar o processo em casa, e relata estar muito melhor do que antes. Ambos possuem equipamentos adequados e locais reservados para realizar os enemas. Acredita-se que, em 3 anos, eles realizaram mais de 7 mil enemas. 

De acordo com o Doutor e Professor de física da Universidade de Georgetown, Ranit Mishori, limpezas excessivas de cólon podem causar problemas graves no sistema digestivo. “Além disso, os usuários de enemas de café podem experimentar uma grave perda de eletrólitos, pois o café está relacionado à perda de potássio (K+). O casal pode ainda enfrentar uma paralização dos movimentos intestinais à longo prazo”, afirmou o Dr. em entrevista ao portal Live Science.

 

 

 

Fonte:Redetv

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