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Home Noticias Brasil

Protesto de caminhoneiros já afeta 14 estados

10 de novembro de 2015
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Brasília - Caminhoneiros protestam na BR 040, nas proximidades da cidade de Valparaíso de Goiás (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília – Caminhoneiros protestam na BR 040, nas proximidades da cidade de Valparaíso de Goiás (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Caminhoneiros fizeram bloqueios em rodovias de ao menos 14 Estados ontem (9), primeiro dia de paralisação nacional da categoria. Boletim da Polícia Rodoviária Federal (PRF), com informações das 18h, apontou a ocorrência de manifestações em 11 Estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte também registraram protestos ao longo do dia. Em São Paulo, caminhoneiros se manifestaram na Raposo Tavares e na capital.

Apesar de os números da greve não terem sido considerados “preocupantes” pelo governo, a ordem no Palácio do Planalto é “não menosprezar” a mobilização.

Oficialmente, os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Edinho Silva (Comunicação Social), integrantes do gabinete de crise montado pelo Planalto para acompanhar a greve, foram para o embate com os manifestantes.

Para eles, a paralisação tem “viés político” e “nenhuma reivindicação oficial”, pois o movimento é liderado por entidades autônomas, sem vinculação a sindicatos.

Os manifestantes pedem a redução do preço do óleo diesel, a criação do frete mínimo, salário unificado em todo o país e a liberação de crédito com juros subsidiados no valor de R$ 50 mil para transportadores autônomos.

O grupo também quer ajuda federal para refinanciamento de dívidas de compra de seus veículos.

O Planalto argumenta que atendeu a maior parte das reivindicações da categoria, que, em abril, também fizera paralisação.

Um dos membros da CNT (Comando Nacional dos Transportes), movimento que lidera protestos dos caminhoneiros pelo país, Ivar Schmidt, disse que o primeiro dia foi melhor que o esperado, já que previa paralisações em 12 Estados e eles ocorreram em 14.

“Alguns pontos de bloqueio nem tínhamos ciência de que ocorreriam”, disse Schmidt, que não sabia avaliar quantos caminhoneiros aderiram ao movimento.

Ele afirmou que espera que o movimento ganhe mais adesões a partir de hoje, mas que ele só vai continuar se tiver apoio da população em sua pauta principal, que é a saída da presidente Dilma Rousseff do governo.

A paralisação é apoiada pelos principais grupos que pedem o impeachment de Dilma, como Revoltados Online, MBL (Movimento Brasil Livre) e Vem Pra Rua.

O primeiro dia teve mais fôlego do que no início da greve anterior, em 23 de abril. Segundo a PRF, havia às 18h 24 pontos de interdição em estradas federais, sendo 22 delas com bloqueio parcial – em que passam carros particulares, ônibus e ambulâncias – e quatro com interdição total das pistas. Ao todo, havia obstrução de rodovias em oito Estados no horário.

Em 23 de abril, também às 18h, a PRF registrou 17 interdições. Segundo Cardozo, o governo vai determinar a aplicação de multa no valor de R$ 1.915 aos caminhoneiros que estão obstruindo as vias, medida que já está prevista em lei.

“Autorizamos a aplicação de multa e determinamos que estradas que foram obstruídas sejam liberadas para que os caminhoneiros que quiserem seguir o seu caminho tenham segurança para fazer isso.”

 

Fonte: odiariodemogi

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