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Home Noticias Brasil

Mato Grosso tem 110 casos de microcefalia em investigação, diz SES

29 de janeiro de 2016
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As cidades com maior número de casos suspeitos são Rondonópolis com 69 e Cáceres com 12 casos; Cuiabá tem 5 casos

O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya.
O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya.

O número de casos suspeitos de microcefalia notificados em Mato Grosso subiu para 147, segundo boletim da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Desse total, 110 casos estão em investigação, entre eles está a notificação de dois óbitos, e 37 casos foram descartados. De acordo com o boletim, os casos estão distribuídos em 52 municípios.

As cidades com maior número de casos suspeitos são Rondonópolis com 69 e Cáceres com 12 casos. Os outros registros foram em Cuiabá (05), Mirassol D’oeste, Alto Garças (02), Itiquira (02), Pedra Preta (02), São José do Povo (02), Glória D’oeste (02) e Salto do Céu (02). Alto Araguaia, Jaciara, Jauru, Peixoto de Azevedo, Tesouro, Sapezal, Lambari D’oeste, Rio Branco e Juara também notificaram casos suspeitos da doença.

Em relação aos 37 casos descartados a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Flávia Guimarães, explica que o descarte é feito após uma reavaliação do perímetro cefálico. “Todos esses casos só foram descartados após uma reavaliação do perímetro cefálico do recém-nascido, realizada pelo pediatra que acompanha a criança”. Ela informa ainda que os casos descartados são do município de Cáceres (36 casos) e Pontes e Lacerda (01).

De acordo com o Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia, do Ministério da Saúde, o resultado da medição do perímetro cefálico de um recém-nascido para caracterização de um caso suspeito de microcefalia precisa ser de 32,0 cm. A medida igual ou inferior a esse valor será considerada para notificação do caso suspeito de microcefalia.

“A notificação dos casos suspeitos de microcefalia deve ser realizada de forma precoce, adequada e oportuna, principalmente por causa da relação da doença com o vírus Zika. Essa notificação é fundamental para desencadear o processo de investigação e subsidiar as ações de atenção à saúde”, destaca Flávia.

Zika vírus

Em novembro de 2015, o Ministério da Saúde emitiu nota confirmando a relação entre o zika vírus e a microcefalia, após a realização de exames pelo Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA). Os exames foram realizados no sangue e em tecidos de um bebê do Ceará com microcefalia e demais malformações congênitas, que indicaram a presença do vírus.

O zika vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya. Portanto, os cuidados para evitar a proliferação do mosquito são os mesmos tomados antes, mas que devem ser intensificados, principalmente no período de chuvas.

Todas as referências que atendem o Sistema Único de Saúde estão orientadas a receber os pacientes para o acompanhamento neurológico. O Ministério da Saúde orienta as gestantes que mantenham o acompanhamento e as consultas de pré-natal, com a realização de todos os exames recomendados pelo médico. O ministério reforça ainda a orientação de não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de drogas, não utilizar medicamentos sem prescrição médica e evitar contato com pessoas com febre ou infecções.

É importante também que as gestantes adotem medidas que possam reduzir a presença de mosquitos transmissores de doença, com a eliminação de criadouros, não só em suas residências, e proteger-se da exposição de mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

 

 

Fonte: O Documento

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