sábado, 24 janeiro, 2026
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
Web Mídia
webmidia
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
No Result
View All Result
Web Mídia
No Result
View All Result
Home Destaques

Impeachment: maioria do STF decide por tese do governo

18 de dezembro de 2015
CompartilharTwittarCompartilhar

Senado poderá arquivar processo contra Dilma e Câmara terá que eleger nova comissão, com voto aberto

stf-maioria-foi-contra-a-votacao-secreta-para-formacao-da-comissao-especO Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão de julgamento sobre a validade das normas que regulamentam o processo de impeachment deflagrado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra a presidenta Dilma Rousseff, definiu quinta-feira (17) que o Senado tem autonomia para decidir sobre o processo, que a votação para eleição da comissão especial do impeachment na Câmara deveria ter sido aberta, se posicionou contra as chapas avulsas para formação da comissão e que a presidenta Dilma Rousseff não tem o direito de apresentar defesa prévia antes da decisão individual do presidente da Câmara.

O acolhimento do processo de impeachment na votação do Senado será por maioria simples.

Veja abaixo a tabela com o quórum de votação:

– Autonomia do Senado para decidir sobre o processo

Favor: 8 – Contra: 3

– Votação secreta para escolha da comissão

Favor: 5 – Contra 6

– Chapas avulsas para comissão especial 

Favor: 4 – Contra:7

– Direito de defesa prévia da presidente

Favor: 0 – Contra: 11

Após dois dias de julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu quinta-feira(17) invalidar a eleição da chapa avulsa formada por deputados da oposição ao governo, ocorrida no dia 8 de dezembro, para formação da comissão especial da Câmara dos Deputados que conduzirá o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

A eleição foi anulada por ter ocorrido de forma secreta e para eleger a Chapa 2, criada por oposicionistas para garantir maioria na comissão. A decisão individual do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que deflagrou o procedimento de impeachment foi mantida.

A Corte entendeu que a Lei 1079/1950, que definiu as regras da tramitação do impeachment, foi recepcionada pela Constituição de 1988, e deve ser seguida pela Câmara e pelo Senado como o rito adequado para dar prosseguimento ao processo contra de Dilma. As decisões tomadas pelo STF em 1992, durante o julgamento do ex-presidente Fernando Collor também devem ser seguidas.

O principal argumento para invalidar a eleição da comissão do impeachment foi o fato de os ministros considerarem que a votação para a formação de comissão deve ser aberta, para que a condução dos trabalhos seja feita de forma de transparente.Provocado por uma ação do PCdoB, o STF definiu as principais regras do rito do impeachment, como a defesa da presidenta Dilma antes da decisão de Eduardo Cunha; votação secreta para eleição da comissão especial do processo; eleição da chapa avulsa para composição da comissão; prerrogativa do Senado de arquivar o processo de impeachment e o quórum para a votação dos senadores.

Defesa Prévia (11 votos a 0) 

Por unanimidade, a Corte consignou que a presidenta Dilma Rousseff não tem direito à defesa prévia antes da decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). No entanto, o Supremo garantiu que a presidenta deverá ter o direito de apresentar defesa após o fim de casa etapa do processo, sob pena de nulidade do ato que não contou com a manifestação da presidenta.

Chapa Alternativa (7 votos a 4)

Os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Carmen Lúcia e Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Luiz Fux decidiram invalidar a eleição da chapa alternativa, feita por voto secreto, no dia 8 de dezembro. Para os ministros, mesmo se tratando eleição sobre assunto interno da Câmara, o procedimento deve ser aberto, como ocorre nas votações de prejetos de lei, por exemplo.

Voto secreto (6 votos a 5)

Seguindo voto do ministro Luís Roberto Barroso, a maioria entendeu que a comissão deve formada por representantes indicados pelos líderes dos partidos, escolhidos por meio de chapa única. “Se a representação é do partido, os nomes do partido não podem ser escolhidos heteronimamente de fora para dentro. Quer dizer, os adversários e concorrentes é que vão escolher o representante do partido. Não há nenhuma lógica nisso”, argumentou Barroso.

Autonomia do Senado (8 votos a 3)

O STF decidiu que o Senado não é obrigado a dar prossseguimetno ao processo deimpeachment de Dilma. Dessa forma, se o plenário da Câmara aprovar, por dois terços dos parlamentares (342 votos), a admissão da denúncia do juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal por crime de responsablidade, o Senado poderá arquivar o processo se assim entender. Neste caso, Dilma só poderia ser afastada do cargo, por 180 dias, como prevê a lei, após decisão dos senadores. Nesse ponto, votaram Barroso, Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Carmen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

Votação no Senado (7 votos a 3)

Também ficou decidido que é necessária votação por maioria simples do Senado para decidir pela continuidade do impeachment no Senado e determinar o afastamento preventivo da presidenta. Votação pela eventual saída definitiva da presidenta do cargo precisa de dois terços dos parlamentares. O presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, não votou essa questão. Com a decisão do Supremo, o processo de impeachment voltará a tramitar imediatamente no Congresso. 

 

Fonte: Jornal do Brasil

Com informações da Agência Brasil*

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Digital Copias VDO

RECENTES

Eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cacaulândia Define Lideranças para o Biênio 2025-2026

Eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cacaulândia Define Lideranças para o Biênio 2025-2026

Posse de Novos Gestores e Legisladores Marca Início da 9ª Legislatura em Cacaulândia-RO

Posse de Novos Gestores e Legisladores Marca Início da 9ª Legislatura em Cacaulândia-RO

6º Pega do Bezerro no Curral do Zé Lima

6º Pega do Bezerro no Curral do Zé Lima

Câmara Municipal de Cacaulândia recebe Selo Ouro em Transparência Pública 2023

Câmara Municipal de Cacaulândia recebe Selo Ouro em Transparência Pública 2023

SOBRE A WEBMÍDIA

Rádio Web Mídia é resultado de um trabalho 100% voltado para oferecer conteúdos diversos e de qualidade aos ouvintes e internautas, fundada em 2011, tem uma equipe de trabalho especializada na área de comunicação.

© Copyright 2011/2023 - Todos os direitos reservados

No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos

© Copyright 2011/2023 - Todos os direitos reservados