Follador cobra maior investimento na segurança pública do Vale do Jamari

Deputado questionou os motivos que estão fazendo com que policiais civis, militares e peritos são transferidos

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O deputado Adelino Follador (DEM), ao apresentar dados sobre a violência existente hoje no Vale do Jamari, que engloba oito municípios e dezenas de distritos, cobrou por parte do poder público maior investimento na força de segurança. Na ocasião, questionou os motivos que estão fazendo com que policiais civis, militares e peritos são transferidos para outras cidades.

Conforme demonstração, Follador enfatizou que os municípios de Cujubim (20.204 habitantes), Alto Paraíso (19.841 habitantes), Monte Negro (15.710 habitantes) e Campo Novo (14.081 habitantes) não possuem delegacias de polícia para atender a população.

“Além disso, o contingente de policiais civis e militares é reduzido. Não quero aqui criticar outras localidades, que possuem menor número de habitantes, mas o que é de direito tem que ser respeitado. Acredito que haja necessidade de se planejar melhor o aparato de segurança público em favor dessa grande região. Quando da realização de concurso público, o Vale do Jamari precisa ser mais bem atendido com profissionais das polícias Civil e Militar, bem como de peritos e bombeiros militares”, destacou.

Follador disse que o combate à violência precisa ser mais firme. “Muitos podem pensar que defendo privilégio para o Vale do Jamari. Quero apenas o direito que os municípios que englobam a região têm. Pior é que estão até retirando os profissionais da segurança que atuam na região. Muitos foram transferidos a pedidos de políticos. Eu, particularmente, tenho sido questionado porque não peço a transferência de ninguém. Entendo que a segurança do cidadão precisa de mais cuidados pelos organismos oficiais”, justificou o parlamentar.

Greve

O deputado Adelino Follador comentou também que, há alguns dias, discursou sobre a possibilidade de os bancários aderirem o movimento de greve. Segundo ele, foi questionado pelo sindicato da categoria de que isso não aconteceria.

Agora, a greve é uma realidade e milhares de pessoas estão sendo penalizadas. As pessoas têm que se virar para pagar suas contas. O jeito tem que ser encontrado porque não tem nada a ver com a paralisação, pois nem todas as pessoas possuem internet para efetuar transações bancárias.

“Os bancários estão pedindo 13% de correção salarial e os banqueiros querem dar apenas 5%. O pedido é justo, já que o percentual é insignificante para os bancos que arrecadam bilhões diariamente”, comentou Follador.
Ônibus

Follador informou aos demais deputados que obteve notícia de que os funcionários das empresas de transporte coletivo, que operam em Porto Velho e que deflagraram greve geral porque não recebem salários há três meses, vão impedir que os 50 ônibus, contratados pela prefeitura para transportar as pessoas gratuitamente, trafeguem pelas ruas da capital do Estado. Disse que os funcionários estão corretos porque a decisão da prefeitura atrapalha o movimento paredista. Alertou, no entanto, para um possível confronto desnecessário.
Fonte: DECOM

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