terça-feira, 16 dezembro, 2025
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
Web Mídia
webmidia
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos
No Result
View All Result
Web Mídia
No Result
View All Result
Home Noticias Mundo

China aprova presidência sem limites para Xi

12 de março de 2018
CompartilharTwittarCompartilhar

O Congresso Nacional Popular (CNP) chinês votou ontem, por esmagadora maioria, a remoção da cláusula que impunha apenas dois mandatos ao chefe do Estado ao mesmo tempo que aprovava a integração no preâmbulo da Constituição de uma referência ao “pensamento de Xi Jinping sobre o socialismo com características chinesas para uma nova era”.

Com a primeira mudança – em que apenas dois deputados votaram contra e se verificaram três abstenções num total de quase três mil eleitos -, está aberto caminho para o atual presidente permanecer o tempo que entender em funções. Confirma-se assim o que desde há algum tempo a maioria dos analistas tem sublinhado: Xi Jinping, de 64 anos, é desde Mao Tsé-tung, o fundador da República Popular da China que morreu em 1976, o dirigente político mais poderoso do país.

Já em 2016, Xi ganhara o título de “dirigente central”, sinal da sua autoridade crescente no Partido Comunista da China (PCC). Com o desaparecimento do limite de mandatos presidenciais, Xi deixa de estar sujeito a qualquer restrição em termos de permanência no poder, já que os cargos de presidente da Comissão Militar Central e de secretário-geral do PCC – os centros reais do poder – não estão sujeitos a qualquer limite. Num artigo recente, O Diário do Povo indicava que o fim dos mandatos não era equivalente a “presidência perpétua”.

O limite de dois mandatos fora inscrito em 1982 seis anos após a morte de Mao, numa iniciativa de Deng Xiaoping, crítico da concentração de poder numa só pessoa e do culto da personalidade.

O fim dos limites foi criticado nas redes sociais, sugerindo-se estar perante um novo fenómeno do culto de personalidade. Para os defensores da medida, esta é popular entre os cidadãos comuns e o país deve considerar-se afortunado por ter um dirigente como Xi.

Outro sinal da importância de Xi no atual quadro político resulta da segunda votação, com a referência ao seu contributo teórico no documento constitucional, como já constava nos estatutos do PCC desde o mais recente congresso, realizado em outubro de 2017. Xi é o único dirigente desde a época de Mao no poder a receber esta distinção ainda em funções. Anteriores líderes, como Deng e Jiang Zemin, viram os seus contributos doutrinários consagrados apenas no final do mandato. E, significativamente, o legado teórico do antecessor de Xi, Hu Jintao, conhecido sob a expressão “perspetivas científicas sobre o desenvolvimento”, só foi integrado agora no preâmbulo da Constituição, referiu a agência Nova China.

Outra emenda constitucional referiu-se à criação da moldura legal de um novo órgão que irá supervisionar o combate anticorrupção, que tem sido uma das grandes bandeiras de Xi. Desde a chegada ao poder que o secretário-geral do PCC identificou a corrupção como um “perigo mortal” para o partido e para o país, tendo alguns altos dirigentes, antigos e atuais, sido levados a tribunal e condenados por este crime. No entanto, especialistas na política chinesa argumentam que alguns daqueles casos estavam mais diretamente relacionados com a luta entre diferentes fações no interior do PCC do que propriamente com situações de corrupção.

O projeto de revisão da Constituição, o primeiro em 14 anos, só foi anunciado em finais de fevereiro, sendo claro que seria ratificado pelo CNP (o Parlamento chinês), onde a esmagadora maioria dos eleitos é também quadro do PCC. O primeiro a votar foi o próprio Xi, seguindo-se os restantes seis membros da comissão permanente do comité central do partido, o topo da liderança política. Os elementos da comunicação social foram obrigados a sair da sala enquanto eram preenchidos os boletins de voto, e autorizados a regressarem enquanto se procedia à votação.


Fonte: DN.pt

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Digital Copias VDO

RECENTES

Eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cacaulândia Define Lideranças para o Biênio 2025-2026

Eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Cacaulândia Define Lideranças para o Biênio 2025-2026

Posse de Novos Gestores e Legisladores Marca Início da 9ª Legislatura em Cacaulândia-RO

Posse de Novos Gestores e Legisladores Marca Início da 9ª Legislatura em Cacaulândia-RO

6º Pega do Bezerro no Curral do Zé Lima

6º Pega do Bezerro no Curral do Zé Lima

Câmara Municipal de Cacaulândia recebe Selo Ouro em Transparência Pública 2023

Câmara Municipal de Cacaulândia recebe Selo Ouro em Transparência Pública 2023

SOBRE A WEBMÍDIA

Rádio Web Mídia é resultado de um trabalho 100% voltado para oferecer conteúdos diversos e de qualidade aos ouvintes e internautas, fundada em 2011, tem uma equipe de trabalho especializada na área de comunicação.

© Copyright 2011/2023 - Todos os direitos reservados

No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
    • A Rádio
    • Equipe
    • Programação
  • Notícias
  • Multimidia
  • Canais
  • Serviços
    • Fotografias
    • Locução
    • Sonorização
    • Produção de áudios
  • Contatos

© Copyright 2011/2023 - Todos os direitos reservados