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Em 2002 e 2006 Ivo Cassol e Expedito Júnior integravam um grupo político que comandou o Estado por oito anos. Em 2010 eles romperam relações por desavenças internas. Naquele ano Expedito avaliou que conseguiria disputar o governo e Cassol alegava que era melhor eles apoiarem a candidatura de João Cahúlla. Em função desse “racha”, o PMDB conseguiu eleger Confúcio Moura que foi reeleito em 2014.

No segundo turno das eleições de 2014, Cassol e Expedito voltaram a se falar, evidente que restaram mágoas e desconfiança, mas as relações estão se estreitando. Em função da nova configuração na disputa em 2018 e dada a fragilidade de Cassol em obter o registro de sua candidatura, eles estão avaliando a possibilidade de lançar Expedito Júnior ao governo. Expedito seria o “plano b” no caso de uma negativa ao registro de Cassol.

As conversas estão acontecendo durante agendas pelo interior. O grupo vem avaliando que trabalhando juntos, conseguem ainda eleger quatro deputados federais (Jaqueline Cassol, Luiz Cláudio, Mariana Carvalho e Expedito Netto) com a possibilidade de puxar mais um.

Fonte: Painel Politico

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