Declarações oficiais a fim de evitar comentários desvirtuados sobre esse assunto, para evitar que seja dado credibilidade a boataria, e com isso algum tipo de empoderamento para os criminosos.

O Comandante afirmou a reportagem do site Correio Central que, realmente havia informações de inteligência sobre a possibilidade de ações criminosas por estes dias, e visando deixar os policiais militares em alerta máximo, foram tomadas medidas preventivas, internas e confidenciais de autoproteção dos policiais militares e das instalações, aumentando o policiamento nas rus para inibir qualquer tipo de ação criminosa.

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A Polícia Civil também tomou precauções de praxe como o de adotar a ampliação do espaço de segurança nas Unidades Integradas de Segurança Pública (Unisp) e delegacias, e orientou os Magistrados que trabalham nas Comarcas a comunicarem qualquer tentativa de sofrerem um atentado, embora a ameaça fosse específica a Agentes Públicos federais. As publicações sem conteúdo excepcional replicadas nas redes sociais, apenas explorando o Memorando interno da PM, causou certo temor na população, mas no fim do dia os rumores cessaram.   

O “SALVE” DO PCC

A ameaça que o atentado aos Agentes Públicos poderia ocorrer até 31 de agosto, data do aniversário de 24 anos do PCC, foi revelada em um ofício enviado pelo diretor do presídio federal, Cristiano Tavares Torquato, ao delegado federal Araquém Alencar Tavares de Lima, superintendente da Polícia Federal em Rondônia.

O ofício foi apresentado com “exclusividade” em reportagem editada pelo site UOL conteúdo na madrugada de 22 de agosto com o título “Para comemorar “aniversário”, PCC planeja matar juiz, procurador, delegado e agentes”, a publicação é assinada pelos jornalistas Leandro Prazeres e Flávio Costa, das sucursais do UOL em Brasília e São Paulo.

A reportagem informa que o PCC já matou três agentes penitenciários federais entre setembro de 2016 e maio deste ano, de acordo com investigação da Polícia Federal. O PCC cometeu os três homicídios com objetivo de intimidar e desestabilizar os servidores que trabalham nas quatro unidades federais do país em Catanduvas (PR), Campo Grande (MS), Mossoró (RN) e Porto Velho. O motivo seria por causa da proibição de visitas íntimas e de regalias ilícitas dentro das celas.

O primeiro agente penitenciário assassinado pelo PCC em setembro de 2016 foi Alex Belarmino Almeida Santos, 36, que trabalhava no Paraná no presídio de Catanduvas e foi morto em Cascavel, ao passar por um quebra-molas, ele levou 18 tiros. Em 12 de abril o agente Henry Charles Gama Filho foi executado a tiros em um bar de Mossoró, onde se localiza um presídio federal.     

No dia 25 de maio, Melissa Almeida, psicóloga do presidio federal de Catanduvas, foi executada com dois tiros de fuzil na cabeça, em frente a seu condomínio residencial na cidade de Cascavel.    

Autor: Edmilson Rodrigues

TRÊS AGENTES PENITENCIÁRIOS FEDERAIS FORAM MORTOS PELO PCC NO PAÍS 


Fonte: www.correiocentral.com.br

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