O Flamengo, mais uma vez, ficou apenas no cheirinho, e novamente, o vice foi imposto pelo Cruzeiro. Como ocorreu em 2003, a Raposa bateu o Urubu na decisão e conquistou a Copa do Brasil, na temporada atual, o penta, se tornando a maior campeã da competição ao lado do Grêmio.

E o título confirma uma “fórmula” do Cruzeiro que não falha na final da Copa do Brasil. Sempre que a Raposa empata o jogo de ida da decisão, conquista o título no duelo de volta. Foi assim também em 1993, 1996, 2000 e 2003.

Na primeira conquista, o Cruzeiro empatou por 0 a 0 com o Grêmio na ida e venceu na volta por 2 a 1. Três anos depois, empate por 1 a 1 com o Palmeiras no Mineirão e triunfo por 2 a 1 fora de casa no segundo jogo. Em 2000, igualdade sem gols com o São Paulo no Morumbi e nova vitória por 2 a 1 na volta, no Gigante da Pampulha. Já em 2003, 1 a 1 com o Flamengo no Maracanã e triunfo por 3 a 1 em Belo Horizonte.

Em 2017, a fórmula se repetiu, mas com mais emoção. O Cruzeiro novamente empatou por 1 a 1 com o Rubro-negro no Maracanã, no entanto, desta vez não venceu o duelo de volta, ficando no empate sem gols no Mineirão, mas conquistando o penta na disputa de pênaltis.

 


Fonte: Goal

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