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nquanto seus principais adversários se digladiavam no debate da TV Globo, Jair Bolsonaro conseguiu se manter relativamente a salvo da artilharia eleitoral. Ausente do debate por recomendação do Dr. Antonio Luiz Macedo, chefe da equipe que o atendeu no Einstein, Bolsonaro não se furtou a conceder entrevista à TV Record em sua casa, no Rio de Janeiro, para ira dos demais candidatos. A entrevista, com 25 minutos de duração, foi ao ar na mesma hora do programa da Globo.

Durante a gravação, ele teve de parar meia hora a cada 10 minutos de conversa por orientação médica e mesmo sendo confrontado com questões incômodas, como “desrespeito” à democracia, acusações de homofobia e o movimento #EleNão, Bolsonaro teve mais uma oportunidade de ouro para dar seu recado quase sem ser molestado. Com a voz macia, aparentando tranquilidade, ergueu seu porta-estandarte da segurança, criticou artistas que “mamam” na Lei Rounet e desceu o sarrafo em Lula, Zé Dirceu, Haddad e no PT. De quebra, tentou esclarecer as propostas tributárias de Paulo Guedes, seu guru econômico, que, segundo ele, foram divulgadas de forma distorcida por aí. Com a liderança isolada nas pesquisas e a chance de liquidar a fatura  no 1º turno, Bolsonaro não poderia desejar nada além disso para encerrar sua campanha. / José Fucs

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